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Defende um Estado ativo na economia, com investimento público em infraestrutura e programas sociais como motor de crescimento. Em mandatos anteriores, sustentou política de valorização real do salário mínimo e expansão do crédito via bancos públicos. É contra propostas de privatização da Petrobras, Banco do Brasil e Correios.
Defende uma agenda econômica liberal-conservadora, com redução da carga tributária, privatizações de estatais e diminuição do tamanho do Estado. Apoia reformas do mercado de trabalho na direção de maior flexibilização e é favorável à autonomia formal do Banco Central.
Defende uma agenda fiscal moderada, com responsabilidade nas contas públicas e prioridade ao agronegócio como eixo de exportações. Apoia desonerações tributárias para o setor produtivo e tem histórico favorável a reformas estruturais aprovadas no Congresso (Previdência, Trabalhista, Tributária).
Defende o fortalecimento do Sistema Único de Saúde como política pública universal e gratuita. Retomou o programa Mais Médicos no atual mandato, ampliando o acesso em municípios remotos. É contrário à privatização de hospitais e serviços de saúde pública. Propõe redução de filas cirúrgicas e ampliação da atenção básica como prioridades.
Defende maior participação do setor privado na prestação de serviços de saúde e desburocratização do SUS. Foi contrário às medidas de isolamento social durante a pandemia de Covid-19. Propõe redução de impostos sobre planos de saúde para ampliar o acesso à cobertura privada. Critica o que classifica como ineficiência e corporativismo na gestão pública da saúde.
É médico de formação e defende gestão eficiente do SUS com foco em resultados e produtividade. Propõe maior integração entre os sistemas público e privado de saúde. Em seu governo em Goiás, realizou concursos públicos para o setor e investiu em atenção básica. Defende desempenho como critério principal de alocação de recursos na saúde pública.
Defende educação pública, gratuita e de qualidade como pilar do desenvolvimento nacional. Em mandatos anteriores, criou o ProUni, expandiu o FIES e promoveu a interiorização das universidades federais. No atual mandato, lançou o programa Pé-de-Meia para incentivar a permanência de estudantes no ensino médio. É contrário ao ensino domiciliar como substituto ao sistema escolar público.
Defende o ensino domiciliar como direito das famílias. Apoia iniciativas que buscam restringir o que classifica como doutrinação ideológica nas escolas públicas. É contrário a políticas de cotas raciais nas universidades. Defende maior autonomia das famílias na escolha do modelo educacional dos filhos.
Defende educação pública de qualidade com foco em resultados mensuráveis e valorização do mérito. Em Goiás, implementou bônus por desempenho para professores e adotou avaliações externas padronizadas. Propõe valorização salarial do magistério vinculada à produtividade. É contrário ao que classifica como ideologia de gênero nas escolas.
Propõe política de segurança que combina repressão qualificada ao crime organizado com programas de prevenção social. Defende o controle de armas de fogo e reverteu decretos de armamento do governo anterior. Tem histórico de apoio a programas de reintegração social e critica operações policiais com altas taxas de letalidade. É favorável à regulamentação federal das polícias militares.
Defende o armamento da população civil como direito individual. Apoia penas mais rígidas e é contrário ao que classifica como políticas de privilégio a criminosos. Tem posição favorável à redução da maioridade penal. Critica políticas de segurança que, em sua avaliação, priorizam direitos de infratores em detrimento de vítimas.
Defende tolerância zero ao crime e ampliação do efetivo policial estadual. Em Goiás, aumentou investimentos em equipamentos e salários das forças de segurança. Propõe integração entre polícias e órgãos de inteligência para combate ao crime organizado. É favorável a penas mais rígidas e crítico de políticas que considera excessivamente centradas nos direitos de réus.
Defende o desmatamento zero na Amazônia como meta central da política ambiental brasileira. Reativou o Fundo Amazônia e recriou o Ministério do Meio Ambiente com atribuições ampliadas. Sediou a COP30 em Belém em 2025 e assumiu compromissos de neutralidade climática. É contrário ao Marco Temporal para demarcação de terras indígenas.
É crítico do que classifica como ambientalismo radical e defende o aproveitamento econômico dos recursos naturais brasileiros. Apoiou posições contrárias ao excesso regulatório sobre o agronegócio. Tem alinhamento com o setor produtivo rural em conflitos com órgãos de fiscalização ambiental. É contrário à demarcação de novas terras indígenas em áreas de interesse econômico.
Defende o desenvolvimento econômico com sustentabilidade, com ênfase no agronegócio responsável. Em Goiás, o agronegócio é setor central da economia e Caiado apoia ativamente esse setor. Propõe que a produção agrícola brasileira seja apresentada como argumento de liderança ambiental global. Critica o que chama de ambientalismo ideológico que inviabilizaria atividades produtivas.
Defende protagonismo brasileiro na regulamentação global de inteligência artificial. Propõe uso estratégico de empresas públicas como SERPRO e Dataprev na digitalização do Estado. Defende soberania de dados e inclusão digital como políticas de Estado. Já afirmou que o Brasil deve ter papel ativo na economia digital sem abrir mão de regulação.
Defende liberdade de expressão nas plataformas digitais e é contrário a mecanismos de moderação de conteúdo que classifica como censura. Apoiou propostas de responsabilização de plataformas que removam conteúdo político sem decisão judicial. Tem posição crítica ao que classifica como censura algorítmica praticada por grandes empresas de tecnologia. Já afirmou que o Estado não deve regular o discurso nas redes sociais.
Defende modernização digital do Estado como instrumento de eficiência e redução de burocracia. Em Goiás, avançou em iniciativas de governo digital e desburocratização de serviços públicos. Propõe uso de tecnologia para melhorar atendimento ao cidadão e reduzir custos operacionais do Estado. Já afirmou que o Brasil precisa de uma estratégia nacional para inteligência artificial.
Não propõe revisão da reforma da previdência de 2019, mas critica seus impactos sobre trabalhadores de baixa renda. Defende regras diferenciadas para professores, trabalhadores rurais e outras categorias específicas. Em mandatos anteriores, promoveu política de valorização real do salário mínimo com impacto direto nos benefícios previdenciários. É contrário ao regime de capitalização individual como modelo substituto.
Defende a reforma estrutural da previdência com introdução do regime de capitalização individual. É favorável à reforma aprovada em 2019 e propõe aprofundá-la. Critica o modelo de repartição como insustentável fiscalmente no longo prazo. Defende maior liberdade individual na gestão das contribuições previdenciárias.
Defende a sustentabilidade fiscal do sistema previdenciário e apoia a reforma de 2019. Propõe que estados e municípios realizem ajustes em seus regimes próprios de previdência. Em Goiás, negociou reestruturação do regime estadual para reequilibrar as contas. É contrário a retrocessos na reforma aprovada pelo Congresso Nacional.
Retomou e ampliou o programa Minha Casa Minha Vida no atual mandato, com novas faixas de renda e metas ampliadas. Defende o subsídio público à habitação popular como obrigação do Estado. Tem histórico de investimento em urbanização de favelas e regularização fundiária. É contrário à dependência exclusiva do setor privado para solucionar o déficit habitacional.
Defende que a habitação popular deve ser resolvida principalmente pelo mercado, com desburocratização do setor de construção civil. Propõe redução de impostos e regulações para estimular a construção privada. É crítico do modelo de subsídio público massivo como principal instrumento de política habitacional. Tem posição favorável à regularização fundiária em áreas urbanas consolidadas.
Propõe parcerias público-privadas como modelo principal para construção de habitação popular. Defende desburocratização do setor de construção civil e regularização fundiária. É favorável ao modelo de concessão com participação privada para reduzir o déficit habitacional. Critica o subsídio público direto como modelo insuficiente para a escala do problema.
Defende política de valorização real do salário mínimo como instrumento central de distribuição de renda. Propõe geração de empregos via investimento público em infraestrutura e transição energética. Retomou o Bolsa Família com valor mínimo de R$ 600 por família. É contrário à reforma trabalhista de 2017 e propõe revisão de seus pontos principais.
Defende redução de impostos sobre empresas como principal mecanismo de geração de empregos. Apoia a reforma trabalhista de 2017 e é contrário ao retrocesso nas relações mais flexíveis de trabalho. É favorável ao empreendedorismo individual e à redução de encargos sobre microempreendedores. Critica programas de transferência de renda como substitutos ao emprego formal.
Defende geração de empregos por meio da atração de investimentos privados e desburocratização da economia. Propõe redução de encargos trabalhistas e simplificação tributária como estímulo ao emprego formal. Em Goiás, atraiu investimentos nos setores de agronegócio, logística e tecnologia. É contrário ao aumento do salário mínimo acima da produtividade como política permanente de governo.
Defende política externa multilateral com ênfase em cooperação Sul-Sul e fortalecimento do BRICS. Reposicionou o Brasil como mediador em conflitos internacionais e retomou relações diplomáticas com Venezuela e Cuba. É crítico de alinhamentos automáticos com os Estados Unidos e defende diversificação de parcerias estratégicas. Propõe integração regional pelo Mercosul e pela Celac.
Defende alinhamento do Brasil com os Estados Unidos e com países do chamado Ocidente democrático. É crítico de aproximações com China, Rússia, Venezuela e Cuba. Tem posição contrária ao fortalecimento do BRICS como eixo principal da política externa brasileira. Já afirmou que o Brasil deve ter política externa baseada em valores conservadores e cristãos.
Defende alinhamento com democracias ocidentais e acordos comerciais com países desenvolvidos. É crítico de aproximações com governos que classifica como autoritários. Propõe política externa baseada em valores democráticos e direitos humanos. Defende acordos de livre comércio com os Estados Unidos e a União Europeia como prioridade.
Defende direitos LGBTQIA+, igualdade racial e políticas de ação afirmativa. Tem histórico de criação de ministérios para populações vulneráveis, incluindo o Ministério dos Povos Indígenas. Demarcou novas terras indígenas no atual mandato. É contrário à criminalização de movimentos sociais e defende liberdade de imprensa.
Defende valores conservadores e a família tradicional como base da organização social. É contrário a políticas de identidade de gênero no ambiente escolar. Apoia liberdade religiosa com ênfase nos valores cristãos na vida pública. Tem posição desfavorável a direitos específicos para a população LGBTQIA+.
Tem posição conservadora em costumes e defende valores cristãos na vida pública. É contrário a políticas de identidade de gênero no ambiente escolar. Defende liberdade religiosa e tem posição desfavorável a novos direitos específicos para a população LGBTQIA+. Já afirmou ser favorável à família tradicional como base da organização da sociedade.
Defende fortalecimento dos órgãos de controle como CGU, TCU e Ministério Público. Propõe transparência na gestão e acesso a dados públicos como instrumentos anticorrupção. Foi condenado na Operação Lava Jato e posteriormente absolvido pelo STF por questões processuais. Tem histórico controverso neste tema, com aliados envolvidos em escândalos durante governos do PT.
Já afirmou ser favorável ao endurecimento de penas para crimes de corrupção. Defende o fim do foro privilegiado para parlamentares. Responde ao processo conhecido como rachadinhas, investigação sobre suposto desvio de salários de assessores em seu gabinete no Rio de Janeiro. Defende autonomia do Ministério Público e das polícias investigativas.
Defende transparência na gestão pública e controle rigoroso do gasto. Em Goiás, manteve equilíbrio fiscal e avançou na renegociação da dívida do estado com a União. Propõe endurecimento de penas para corrupção e maior autonomia dos órgãos de controle. Já afirmou que a moralidade na gestão pública é condição para o desenvolvimento econômico.
financiamento
Ainda não disponível.
Previsto para ago/2026.
Ainda não disponível.
Previsto para ago/2026.
Ainda não disponível.
Previsto para ago/2026.
lobbying
Ainda não disponível.
Ainda não disponível.
Ainda não disponível.
Financiamento só fica disponível após o registro formal das candidaturas no TSE, previsto para ago/2026. Posições e pesquisas refletem o que já está na curadoria editorial.